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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Multa para quem jogar lixo em via pública

A cobrança de multa de quem jogar lixo em via pública, já adotada em algumas cidades, como no Rio de Janeiro, pode passar a valer em todos os municípios e no Distrito Federal. 

Bem... agora acho que está certo! Vai começar o período de chuva e inundações e a população pensa que isso acontece exclusivamente por falta de estrutura em saneamento básico, mas se esquecem que o lixo que jogam no chão entope os bueiros dificultando a passagem de água. Vamos ser mais conscientes em nossas responsabilidades e atitudes e não simplesmente bater panelas!

domingo, 16 de agosto de 2015

Saiba onde descartar seus resíduos

Há algum tempo tenho guardado pilhas usadas e lâmpadas fluorescentes para poder descartar esses resíduos adequadamente, no entanto, isso já passou de um ano e ainda estão guardadas aqui em casa. 

Vi sendo compartilhada pelas redes sociais um site que indica os postos de reciclagem e doação mais próximos de você, conforme o tipo de resíduo que será descartado, sendo classificados mais de 100 tipos de itens.

Basta acessar o site http://www.ecycle.com.br/, informar o que precisa descartar, onde precisa descartar (seu CEP ou endereço) e mandar buscar.

O resultado da busca vai mostrar os postos mais próximos do CEP que você digitou, o nome dos mesmos e se é de doação ou reciclagem. Com isso, fica mais fácil de cumprir o papel de cidadão e o meio ambiente manda lembranças!

Imagem: Link

terça-feira, 23 de junho de 2015

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Smartphones e o impacto ambiental

Que os smartphones são aparelhos bastante úteis, não tenho dúvidas, mas o que ninguém sabe é o volume de recursos naturais que são consumidos para a fabricação de um único aparelho, sem contar ainda com o problema da disposição adequada desses aparelhos quando não funcionam mais, o que normalmente ocorre em um curto espaço de tempo.

Segundo estudo feito pela consultoria ambiental Trucost para a ONG Friends of the Earth, publicado pela Exame.com, a produção de um smartphone genérico demanda nada menos do que 18 metros quadrados de terra e 12.760 litros de água (o equivalente a cerca de 160 banhos pelos cálculos da ONG). Dois quintos do impacto da água devem-se à poluição nas fases de fabricação e montagem de componentes, e outra parte para a produção de embalagens. A "pegada da terra" leva em conta as áreas de exploração de materiais utilizados para fabricar o aparelho e suas embalagens.

Não serei hipócrita em pedir que as pessoas não comprem mais smartphones, mas não consigo entender pra que comprar novos modelos quando o atual ainda funciona perfeitamente. De que adianta a empresa se declarar tão sustentável e incentivar um consumo desnecessário e prejudicial ao meio ambiente? É o mesmo sentido que beber refrigerante diet para não engordar e bebê-lo com batata fritas... Sobre o descarte desses aparelhos, vamos discutir posteriormente...

Imagem: Blog da Engenharia

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Consumo e a insustentabilidade

Por que consumimos tanto? Por que somos insaciáveis quanto a roupas, equipamentos eletrônicos, bolsas, sapatos, carros e outros itens que muitas vezes são substituídos por outros mais caros, mais bonitos, mesmo que os antigos ainda estejam em perfeito uso? Por que nos deixamos ser influenciados por modismos vistos em novelas, propagandas e em pessoas famosas? Será que não somos pessoas felizes e achamos que encontraremos a felicidade comprando esses itens?

Passamos muitas vezes a vida trabalhando pesado, abrindo mão do nosso tempo livre com amigos e família, para ganharmos mais dinheiro e não termos tempo para gastá-lo com coisas que realmente nos faz felizes, pois não acredito que esse consumismo garanta felicidade. Ir ao shopping, comprar diversas roupas e sapatos quando já tem um guarda-roupa cheio de itens novos e ainda dizer que não tem roupa para sair?

Já parou para pensar que seus hábitos de consumo desencadeiam um processo muito maior do que sua visão limitada do fim da cadeia de consumo? Imagine quantos recursos naturais são destruídos, quanto trabalho escravo é usado, quanto gás carbônico é produzido e quanto as grandes corporações lucram com seus hábitos de consumo? Enquanto que em regiões subdesenvolvidas não tem sequer o que comer, o que você consome em uma tarde no shopping poderia alimentar uma família inteira durante uma semana ou mais.
Está na hora de pensarmos mais conscientemente sobre nossos hábitos e nossas decisões. Temos que consumir menos, reciclar mais, doar mais e reaproveitar mais. Sem isso não garantimos um desenvolvimento sustentável que implica em suprirmos as necessidades (básicas) da nossa geração para garantirmos as necessidades das gerações futuras, dos nossos filhos, netos, bisnetos... Reflita sobre isso e tome uma atitude!

Fonte imagem: OPA

quinta-feira, 5 de março de 2015

Um exemplo a ser copiado e compartilhado

Em Brighton, no sul da Inglaterra, o primeiro restaurante lixo zero do país. Manteiga, queijo, cerveja e cogumelos são produzidos no próprio local. Carnes, leites e verduras vêm de produtores locais e são transportados sem embalagens. 95% do resíduo gerado é reciclado, reutilizado ou transformado dentro do próprio empreendimento, sendo que a meta é chegar a 100% em até um ano.

Os restos dos alimentos viram adubo, por meio da máquina de compostagem que transforma até 60kg de restos de alimentos em até 24h. A máquina custou o equivalente a R$80 mil, mas além da sustentabilidade gerada, parte do adubo é utilizada também para troca de mercadorias com fornecedores ou é doado à comunidade.

No total, o custo para abrir o local foi de R$362,00, mas o chef McMaster afirma que as práticas sustentáveis ajudam a diminuir os custos de operação, o que faz com o o retorno do investimento venha mais rapidamente. Isso faz parte do conceito chamado ECOEFICIÊNCIA.




quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Todo carnaval tem seu fim...

Todo carnaval tem seu fim...

...e o cenário é de destruição.

Foram cinco dias assim

de folia, música e agitação.

O resultado final é pura sujeira,

mas o povo quer mesmo ver aquela atriz

que samba no desfile da Mangueira,

do Salgueiro e da Imperatriz.

No Rio, foram mais de 200 toneladas de lixo.

Sem contar com Brasília, São Paulo e Fortaleza.

Só vejo pessoas querendo luxo.

Mas sequer pensam na natureza.



segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Garbage Positioning System

Seria interessante se tivesse algum tipo de aplicativo ou outra invenção para fazer com que as pessoas cumprissem uma tarefa muito simples: colocar o lixo na lixeira ou outra forma de disposição desses resíduos. Poderia até se chamar: GPS (Garbage Positioning System), onde Garbage = lixo.

Afinal, qual a dificuldade em fazer isso? 


No entanto, o resultado é...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Um problema atípico na Suécia: Acabou o lixo!

Na Suécia a política de reciclagem é tão difundida que cada habitante recicla em média 146 latas e garrafas, o que representa quase 90% do total destes materiais que se reciclam e 88% do sistema nacional de reciclagem. Assim, o Estado promoveu a instalação de empresas de produção de tecnologia para que fossem desenvolvidas estratégias sustentáveis que pudessem ser aplicáveis ao país nórdico e ao resto do mundo.



No entanto, o país já atua com sustentabilidade desde muito tempo. Em 1940 um programa de incineração de resíduos, que anualmente reduz mais de duas toneladas de lixo, e que permite fornecer aquecimento a 810.000 casas e entregar energia elétrica a 250.000. Tudo isto significa que 96% do lixo é convertido em eletricidade, sendo que somente os 4% restantes são enviados para aterros sanitários. Isso permite imaginar um panorama alentador.

O país começa a ficar sem lixo para reciclar, o que poderia ameaçar a certas práticas que são baseadas em resíduos. O que fará para obter mais lixo? O governo sueco decidiu importar os resíduos da Noruega, com o fim de incinerá-lo e gerar eletricidade para as edificações. Os resíduos que não puderem ser incinerados serão devolvidos ao país vizinho para serem enterrados em aterros sanitários. Por enquanto a Suécia deve importar aproximadamente 800.000 toneladas anuais, o que favorecerá o manejo de resíduos na Noruega.


Fonte: Arch Daily

sábado, 17 de janeiro de 2015

Cuidado! Imagens fortes!!

Além das inundações geradas pelo acúmulo de lixo nas cidades, a sujeira deixada pelos banhistas nas praias também geram problemas ao meio ambientes, em especial, os animais marinhos.

Antes de jogar o lixo no chão, nas calçadas, nas ruas e nas praias, pense um pouco sobre o mundo que você quer deixar para os seus filhos. 
Jogue o lixo na lixeira!


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Feliz Ano Novo para todos!

Que em 2015 possamos ser mais educados e civilizados com o nosso próprio planeta!


Fonte: Jornal O Povo
Imagem: Fortaleza após noite de réveillon 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Já pensou em um supermercado que promovesse a venda de produtos sem embalagem?

Essa ideia já foi concretizada em Berlim. Os clientes trazem suas próprias sacolas e para quem chega às compras despreparado lá ainda é possível comprar recipientes reutilizáveis, e há um serviço de depósito de embalagens recicláveis.

Você já avaliou a quantidade de lixo que você produz só por causa das embalagens de produtos que você consome? Você pelo menos faz coleta seletiva?

Afinal, você faria compras em um supermercado como esse para reduzir a produção de lixo e promover a redução dos impactos ambientais?

Fonte: http://misturaurbana.com/2014/12/berlim-tem-o-primeiro-supermercado-com-produtos-sem-embalagem/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Feliz 2014!

Que neste ano possamos repensar nossas atitudes e o efeito delas ao meio ambiente e à sociedade.
É lamentável o cenário de sujeira e destruição das nossas cidades em apenas algumas horas de festa, que infelizmente, se repete ano após ano!

Recife: Praia de Boa Viagem (Diário de Pernambuco)

Fortaleza: Praia de Iracema (Giovana Albuquerque)

Belo Horizonte: Lagoa da Pampulha (O Tempo)

Rio de Janeiro: Praia de Copacabana (UOL)

São Paulo: Caraguatatuba (UOL)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Multa para quem joga lixo na rua


Vocês já viajaram a outro estado brasileiro e ao chegar na capital comentou sobre o quanto a cidade tinha aparência de suja? Isso já aconteceu várias vezes comigo, inclusive nas cidades que já morei. Na teoria, multar por sujar a cidade é uma excelente ideia, mas deve ser difícil executar na prática, ou não!? No Brasil, até onde sei, somente as capitais do Rio de Janeiro e Pernambuco estão colocando esse projeto em prática e a multa vai variar entre R$150,00 e R$3.000,00, dependendo do tipo e tamanho do resíduo jogado no chão. Já existe também discussões ou até projetos de lei para os municípios de Juiz de Fora (MG), Olinda (PE) e João Pessoa (PB).

Como vai ocorrer na prática? O Guarda Municipal solicita o número do CPF do infrator e registra a multa. Caso a pessoa se recuse a dar o número do CPF, ela será levada pela Polícia Militar até a delegacia mais próxima. É possível recorre a infração, mas caso seja julgado culpado e não pagar a multa, o título será protestado pela prefeitura podendo levar o nome do indivíduo ao SPC/SERASA dificultando a obtenção de créditos futuros junto às instituições financeiras e operadoras de cartão de crédito.

Por ano a varrição das ruas custa ao Rio de Janeiro R$16,5 milhões. E agora o indivíduo nunca mais vai cometer a asneira de jogar lixo no chão e dizer que está dando emprego a gari...

Em outros países, essa medida já funciona há algum tempo. Austin (EUA), Cidade do Cabo (África do Sul), Dubai (Emirados Árabes), Singapura, Miami (USA), Londres (Inglaterra), Hong Kong (China), Edimburgo (Escócia), Dublin (Irlanda) são algumas cidades que já multam por jogar lixo nas ruas. Pra vocês terem uma ideia, Singapura já foi eleita a cidade mais limpa do mundo! 

Será muito bom ver as cidades brasileiras mais limpas e as pessoas mais educadas, mas é necessário também implementar lixeiras em todas as ruas. Será que a prefeitura vai fazer isso? Além de tudo, reduzir os lixos nas ruas pode evitar inundações em épocas de chuva e isso vai beneficiar toda a população. Educação é algo fundamental no desenvolvimento de uma nação e nós carecemos muito disso... Divulgue essa ideia!!

terça-feira, 19 de março de 2013

Carcaças de veículos em vias públicas: de quem é a responsabilidade pela reciclagem?

Curioso o fato de que se discutem sobre a responsabilidade ambiental de fabricantes sobre o fim de vida de suas mercadorias, mas quando se fala de veículos, essa responsabilidade é repassada ao Governo. Bem, de uma forma ou de outra, sabe-se que estão em dívida, pois nada foi realizado quanto à reciclagem de veículos que se encontram no estágio final de sua vida. Encontram-se várias carcaças pelas ruas, atrapalhando o trânsito e até trazendo doenças tais como a dengue, por meio do acúmulo de água das chuvas. Estudos revelam que no Brasil, que a atual frota já passou de 40 milhões de unidades, o que dificulta identificar aquelas que já saíram de circulação, o que caracteriza esse processo de renovação como urgente.


Já algumas vezes o Governo se posicionou sobre essa questão falando sobre a possibilidade de criar um programa de reciclagem de veículos, no entanto, tal planejamento ainda não saiu do papel. Em seu mais recente posicionamento, observou-se a proposta da Fenabrave (Federação das Concessionárias) a qual analisa modelos utilizados em outros países. De acordo com seu presidente, "somos o quarto maior mercado do mundo e não temos uma legislação ou um programa que indique o que será feito com o carro velho". 

Com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a responsabilidade de encontrar destinação correta para o lixo é do fabricante, o fazendo pensar desde o início do produto, utilizando materiais mais propícios ao retorno à cadeia e se responsabilizando por materiais que não têm processo de reciclagem. No entanto, ainda é esperado dos governos que invistam no processo de reciclagem de veículos, com impacto na melhoria de condições ambientais e econômicas. 

Enquanto que a população espera pelo Governo ou que os fabricantes atuem nessa questão, o tempo vai passando, a frota vai aumentando e o número de carros abandonados em via pública vai aumentando, assim como veículos em situação precária ainda estão em uso causando impactos ambientais e ameaças ao bem-estar da população.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Carnaval sem sujeira, bloco da limpeza!

Todo ano é a mesmo coisa: carnaval passa e a sujeira fica. O povo viaja e a educação é esquecida em casa. É sempre a mesma coisa: 'faça o que eu digo e não o que eu faço'. E sempre tem alguém que fala a velha asneira: "estou dando emprego para gari". 

Pois bem, o planeta não agradece... e quando a natureza destrói a construção do homem é catástrofe, mas quando o homem destrói a natureza é progresso? Se existe vida inteligente lá fora, provavelmente devem rir alto com a nossa autodestruição... O ser humano é mesmo muito burro.

No Brasil, o carnaval e o reveillon são as duas datas mais porcas que existem. As praias ficam repletas de sujeira e a natureza é quem sofre com isso. Animais morrem sufocados com o lixo e depois as praias ficam impróprias para banho, prejudicando também a comunidade local.


Portanto, neste carnaval, vamos ser solidários com o planeta e vamos fazer parte do bloco da limpeza. Se você for pular o carnaval neste ano, mostre que é uma pessoa bem educada e siga sempre essa regra:
JOGUE O LIXO NA LIXEIRA!!!




segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Para onde vai o lixo eletrônico?


Os eletrônicos de hoje são difíceis de atualizar, fáceis de quebrar e difíceis de consertar. Isso acontece porque são fabricados para terem uma vida curta e ficarem obsoletos até que virem lixo eletrônico, o que seria uma estratégia empresarial para vender novos produtos aos mesmos consumidores. Está na hora de saber a realidade por trás disso e quais consequências são trazidas para os consumidores, operários de fábrica e o próprio meio ambiente por causa da má qualidade e quantidade de lixo eletrônico. 

O vídeo abaixo é de autoria de Annie Leonard, mesma autora do vídeo que trata sobre Story of Stuff. No The Story of Eletronics (vídeo), ela mostra, da forma simples e objetiva sobre a lógica da indústria de eletrônicos e de que forma ele ciclo negativo volta para o consumidor. Para acessar o vídeo é só clicar no link abaixo. Vale a pena ver e refletir sobre nosso próprio comportamento como consumidores...


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

De onde vêm e para onde vão as "coisas" que consumimos?


O post de hoje retrata sobre um vídeo que todo mundo deveria assistir. Estamos em uma fase em que o consumismo está sendo bastante encorajado, visto que nossos governantes querem provar que somos um país mais do que "em desenvolvimento". No entanto, de que adianta aquecermos a economia consumindo 'adoidado' se nosso país não tem condições de dar uma destinação ambientalmente adequada à todo aquele lixo que produzimos? Afinal, de onde vêm e para onde vão as "coisas" que consumimos? Vivemos em um planeta em que não existe "lá fora", então temos que jogar esse lixo no nosso próprio planeta, que é a nossa casa também.

A Guru ambiental Annie Leonard explica como funciona o sistema linear do capitalismo, e como isso prejudica o planeta. Ela demonstra em poucas palavras que o sistema passa pela extração, produção, distribuição e disposição, mas o problema maior se encontra nas entrelinhas desta história, onde existe a influência e interesse das grandes corporações e do próprio governo. Assista ao vídeo e dê a sua opinião.

Versão em inglês com legendas em português