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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Plástico, metal ou papel? Dúvidas na hora de descartar os resíduos

Você já se deparou com a situação de descartar uma caixa de leite/suco e não saber se deverá considerar a parte que tem plástico, alumínio ou papelão? Alguns resíduos nos levam a essas dúvidas e o descarte inadequado pode atrapalhar todo o processo de reciclagem, deixando-o mais complexo e oneroso.

Acontece que em alguns desses resíduos que geram dúvidas é preferível descartar no lixo comum devido a dificuldade em se separar esses materiais e realizar a reciclagem adequadamente. O descarte inadequado pode, inclusive, inviabilizar todo o processo.

Confira no link a seguir, 6 coisas (pedaços de papel, sachês de condimentos, isopor, copos descartáveis de papel, sacos de plástico e envelopes especiais para correspondências) que estamos reciclando da forma incorreta e veja o que fazer: http://blogsaberparacrescer.com.br/rotina-inteligente/6-coisas-que-estamos-reciclando-de-forma-errada/. Se preferir, clique na imagem ao lado para ampliar a figura.

domingo, 16 de agosto de 2015

Saiba onde descartar seus resíduos

Há algum tempo tenho guardado pilhas usadas e lâmpadas fluorescentes para poder descartar esses resíduos adequadamente, no entanto, isso já passou de um ano e ainda estão guardadas aqui em casa. 

Vi sendo compartilhada pelas redes sociais um site que indica os postos de reciclagem e doação mais próximos de você, conforme o tipo de resíduo que será descartado, sendo classificados mais de 100 tipos de itens.

Basta acessar o site http://www.ecycle.com.br/, informar o que precisa descartar, onde precisa descartar (seu CEP ou endereço) e mandar buscar.

O resultado da busca vai mostrar os postos mais próximos do CEP que você digitou, o nome dos mesmos e se é de doação ou reciclagem. Com isso, fica mais fácil de cumprir o papel de cidadão e o meio ambiente manda lembranças!

Imagem: Link

domingo, 21 de junho de 2015

Ações Ecológicas Empresariais

Existe uma falsa expectativa de que todos os investimentos em meio ambiente impactam negativamente na rentabilidade das empresas, no entanto, é necessário avaliar os tipos de ações ecológicas que são consideradas nessa perspectiva. Empresas com menor volume de recursos também podem ser sustentáveis e ainda alavancar seus resultados seja pela redução dos custos, seja pela atração de consumidores mais ambientalmente conscientes.

Na visão de Vellani e Ribeiro (2009)*, existem ações ecológicas empresariais (AEE) internas e externas, sendo que as internas atuam sobre os próprios resíduos da empresa como forma direta de resgatar a harmonia, contribuindo para uma ecoeficiência empresarial. Já as externas, atuam de forma para resgatar a harmonia por meio de outros elementos. A figura abaixo expõe um esquema dessas ações ecológicas empresariais (AEE), evidenciando quatro direções para as AEE internas, quais sejam:
I – Substituir insumos não-renováveis por renováveis, reciclados ou retirados de forma ecológica, reduzindo os insumos consumidos pela produção;
II – Transformar os resíduos em insumos;
III – Transformar resíduos em produtos/subprodutos;
IV – Cumprir responsabilidades contratuais, neutralizarem o efeito tóxico do resíduo e coletarem de forma seletiva o lixo.



De forma geral, as direções mais voltadas para redução e reaproveitamento dos resíduos contribuem com a redução dos custos ou aumento de outras receitas aumentando a ecoeficiência empresarial. Por outro lado, as AEE externas tais como fornecer educação ambiental à comunidade, participar de projetos voltados para algum processo de reciclagem, recuperar e preservar áreas, contribuem de forma indireta para resgatar a harmonia entre os elementos e não têm potencial para aumentar a ecoeficiência do negócio, no entanto, participam de forma significativa na melhoria da imagem da empresa e atrai consumidores e investidores mais sustentáveis.

*VELLANI, C. L. RIBEIRO, M. S. Sistema contábil para gestão da ecoefi ciência empresarial. Revista Contabilidade & Finanças, USP, São Paulo, v. 20, n. 49, p. 25-43, janeiro/abril 2009.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Smartphones e o impacto ambiental

Que os smartphones são aparelhos bastante úteis, não tenho dúvidas, mas o que ninguém sabe é o volume de recursos naturais que são consumidos para a fabricação de um único aparelho, sem contar ainda com o problema da disposição adequada desses aparelhos quando não funcionam mais, o que normalmente ocorre em um curto espaço de tempo.

Segundo estudo feito pela consultoria ambiental Trucost para a ONG Friends of the Earth, publicado pela Exame.com, a produção de um smartphone genérico demanda nada menos do que 18 metros quadrados de terra e 12.760 litros de água (o equivalente a cerca de 160 banhos pelos cálculos da ONG). Dois quintos do impacto da água devem-se à poluição nas fases de fabricação e montagem de componentes, e outra parte para a produção de embalagens. A "pegada da terra" leva em conta as áreas de exploração de materiais utilizados para fabricar o aparelho e suas embalagens.

Não serei hipócrita em pedir que as pessoas não comprem mais smartphones, mas não consigo entender pra que comprar novos modelos quando o atual ainda funciona perfeitamente. De que adianta a empresa se declarar tão sustentável e incentivar um consumo desnecessário e prejudicial ao meio ambiente? É o mesmo sentido que beber refrigerante diet para não engordar e bebê-lo com batata fritas... Sobre o descarte desses aparelhos, vamos discutir posteriormente...

Imagem: Blog da Engenharia

quinta-feira, 5 de março de 2015

Um exemplo a ser copiado e compartilhado

Em Brighton, no sul da Inglaterra, o primeiro restaurante lixo zero do país. Manteiga, queijo, cerveja e cogumelos são produzidos no próprio local. Carnes, leites e verduras vêm de produtores locais e são transportados sem embalagens. 95% do resíduo gerado é reciclado, reutilizado ou transformado dentro do próprio empreendimento, sendo que a meta é chegar a 100% em até um ano.

Os restos dos alimentos viram adubo, por meio da máquina de compostagem que transforma até 60kg de restos de alimentos em até 24h. A máquina custou o equivalente a R$80 mil, mas além da sustentabilidade gerada, parte do adubo é utilizada também para troca de mercadorias com fornecedores ou é doado à comunidade.

No total, o custo para abrir o local foi de R$362,00, mas o chef McMaster afirma que as práticas sustentáveis ajudam a diminuir os custos de operação, o que faz com o o retorno do investimento venha mais rapidamente. Isso faz parte do conceito chamado ECOEFICIÊNCIA.




segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Garbage Positioning System

Seria interessante se tivesse algum tipo de aplicativo ou outra invenção para fazer com que as pessoas cumprissem uma tarefa muito simples: colocar o lixo na lixeira ou outra forma de disposição desses resíduos. Poderia até se chamar: GPS (Garbage Positioning System), onde Garbage = lixo.

Afinal, qual a dificuldade em fazer isso? 


No entanto, o resultado é...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Um problema atípico na Suécia: Acabou o lixo!

Na Suécia a política de reciclagem é tão difundida que cada habitante recicla em média 146 latas e garrafas, o que representa quase 90% do total destes materiais que se reciclam e 88% do sistema nacional de reciclagem. Assim, o Estado promoveu a instalação de empresas de produção de tecnologia para que fossem desenvolvidas estratégias sustentáveis que pudessem ser aplicáveis ao país nórdico e ao resto do mundo.



No entanto, o país já atua com sustentabilidade desde muito tempo. Em 1940 um programa de incineração de resíduos, que anualmente reduz mais de duas toneladas de lixo, e que permite fornecer aquecimento a 810.000 casas e entregar energia elétrica a 250.000. Tudo isto significa que 96% do lixo é convertido em eletricidade, sendo que somente os 4% restantes são enviados para aterros sanitários. Isso permite imaginar um panorama alentador.

O país começa a ficar sem lixo para reciclar, o que poderia ameaçar a certas práticas que são baseadas em resíduos. O que fará para obter mais lixo? O governo sueco decidiu importar os resíduos da Noruega, com o fim de incinerá-lo e gerar eletricidade para as edificações. Os resíduos que não puderem ser incinerados serão devolvidos ao país vizinho para serem enterrados em aterros sanitários. Por enquanto a Suécia deve importar aproximadamente 800.000 toneladas anuais, o que favorecerá o manejo de resíduos na Noruega.


Fonte: Arch Daily

sábado, 17 de janeiro de 2015

Cuidado! Imagens fortes!!

Além das inundações geradas pelo acúmulo de lixo nas cidades, a sujeira deixada pelos banhistas nas praias também geram problemas ao meio ambientes, em especial, os animais marinhos.

Antes de jogar o lixo no chão, nas calçadas, nas ruas e nas praias, pense um pouco sobre o mundo que você quer deixar para os seus filhos. 
Jogue o lixo na lixeira!


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Já pensou em um supermercado que promovesse a venda de produtos sem embalagem?

Essa ideia já foi concretizada em Berlim. Os clientes trazem suas próprias sacolas e para quem chega às compras despreparado lá ainda é possível comprar recipientes reutilizáveis, e há um serviço de depósito de embalagens recicláveis.

Você já avaliou a quantidade de lixo que você produz só por causa das embalagens de produtos que você consome? Você pelo menos faz coleta seletiva?

Afinal, você faria compras em um supermercado como esse para reduzir a produção de lixo e promover a redução dos impactos ambientais?

Fonte: http://misturaurbana.com/2014/12/berlim-tem-o-primeiro-supermercado-com-produtos-sem-embalagem/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter



sexta-feira, 23 de maio de 2014

Simples, porém muito inteligente.

Olha só que ideia bacana. Com uma simples adaptação, a caixa coletora evita que bueiros entupam, previne alagamentos e ainda separa material para coleta seletiva e reciclagem. O mundo precisa de mais ideias assim! Fonte: Biosustentável

terça-feira, 15 de abril de 2014

Fundos para investimento de resíduos sólidos em empresas de médio porte

O Banco Fator vai estrear no segmento de fundos de participação com um produto direcionado ao investimento no segmento de resíduos sólidos. Após dois anos de preparação e avaliações do mercado brasileiro de coleta, tratamento e transformação de lixo, o banco pretende lançar o fundo nos próximos meses, com o objetivo de investir R$ 400 milhões em empresas de médio porte que atuem em diversas atividades dentro do setor.

Primeiro produto de "private equity" do país com foco em resíduos sólidos, o fundo terá um período de oito anos para a realização dos investimentos e a saída dos projetos, segundo os responsáveis. No momento, a Fator Administração de Recursos (FAR) possui uma relação de cerca de 20 possíveis alvos para os aportes, que são companhias de pequeno ou médio portes que atuam em reciclagem de produtos diversos, como vidros, por exemplo, que operem aterros sanitários ou tenham projetos de usinas de recuperação energética, para a geração de energia com a queima do lixo e do gás.

http://www.valor.com.br/financas/3517162/fator-prepara-carteira-focada-em-residuos-solidos
Fonte: Jornal Valor Econômico-15/04/2014