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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Smartphones e o impacto ambiental

Que os smartphones são aparelhos bastante úteis, não tenho dúvidas, mas o que ninguém sabe é o volume de recursos naturais que são consumidos para a fabricação de um único aparelho, sem contar ainda com o problema da disposição adequada desses aparelhos quando não funcionam mais, o que normalmente ocorre em um curto espaço de tempo.

Segundo estudo feito pela consultoria ambiental Trucost para a ONG Friends of the Earth, publicado pela Exame.com, a produção de um smartphone genérico demanda nada menos do que 18 metros quadrados de terra e 12.760 litros de água (o equivalente a cerca de 160 banhos pelos cálculos da ONG). Dois quintos do impacto da água devem-se à poluição nas fases de fabricação e montagem de componentes, e outra parte para a produção de embalagens. A "pegada da terra" leva em conta as áreas de exploração de materiais utilizados para fabricar o aparelho e suas embalagens.

Não serei hipócrita em pedir que as pessoas não comprem mais smartphones, mas não consigo entender pra que comprar novos modelos quando o atual ainda funciona perfeitamente. De que adianta a empresa se declarar tão sustentável e incentivar um consumo desnecessário e prejudicial ao meio ambiente? É o mesmo sentido que beber refrigerante diet para não engordar e bebê-lo com batata fritas... Sobre o descarte desses aparelhos, vamos discutir posteriormente...

Imagem: Blog da Engenharia

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Consumo e a insustentabilidade

Por que consumimos tanto? Por que somos insaciáveis quanto a roupas, equipamentos eletrônicos, bolsas, sapatos, carros e outros itens que muitas vezes são substituídos por outros mais caros, mais bonitos, mesmo que os antigos ainda estejam em perfeito uso? Por que nos deixamos ser influenciados por modismos vistos em novelas, propagandas e em pessoas famosas? Será que não somos pessoas felizes e achamos que encontraremos a felicidade comprando esses itens?

Passamos muitas vezes a vida trabalhando pesado, abrindo mão do nosso tempo livre com amigos e família, para ganharmos mais dinheiro e não termos tempo para gastá-lo com coisas que realmente nos faz felizes, pois não acredito que esse consumismo garanta felicidade. Ir ao shopping, comprar diversas roupas e sapatos quando já tem um guarda-roupa cheio de itens novos e ainda dizer que não tem roupa para sair?

Já parou para pensar que seus hábitos de consumo desencadeiam um processo muito maior do que sua visão limitada do fim da cadeia de consumo? Imagine quantos recursos naturais são destruídos, quanto trabalho escravo é usado, quanto gás carbônico é produzido e quanto as grandes corporações lucram com seus hábitos de consumo? Enquanto que em regiões subdesenvolvidas não tem sequer o que comer, o que você consome em uma tarde no shopping poderia alimentar uma família inteira durante uma semana ou mais.
Está na hora de pensarmos mais conscientemente sobre nossos hábitos e nossas decisões. Temos que consumir menos, reciclar mais, doar mais e reaproveitar mais. Sem isso não garantimos um desenvolvimento sustentável que implica em suprirmos as necessidades (básicas) da nossa geração para garantirmos as necessidades das gerações futuras, dos nossos filhos, netos, bisnetos... Reflita sobre isso e tome uma atitude!

Fonte imagem: OPA

segunda-feira, 16 de março de 2015

6 Dicas para sua empresa economizar água

Rumo à Ecoeficiência...

1. Faça uma vistoria
Alguns vazamentos como de encanamentos antigos, válvulas com descargas desreguladas e torneiras com gotejamento podem ser imperceptíveis. Contratar a vistoria de um profissional pode ajudar na economia de muitos mil litros de água. 

2. Capte água da chuva
Não é preciso muito investimento para aproveitar as chuvas e armazenar água. Essa água não precisa ser tratada e pode ser usada para limpeza geral. Guardando a água que vem das calhas em recipientes, por exemplo, é possível recorrer menos à caixa d’água do estabelecimento.

3. Faça uma revisão dos processos da empresa
Identificar quais práticas que demandam mais água e energia elétrica é um dos passos para que a empresa possa ter uma economia efetiva com uma mudança de atitude. O uso de máquinas de lavar louça, por exemplo, é uma alternativa que evita o desperdício para restaurantes.

4. Invista em treinamento
O dono da pequena empresa tem que estar à frente das mudanças do negócio e ser responsável para que todos da equipe tenham entendido a mensagem. A sinalização e o treinamento dos funcionários sobre a importância da economia da água sempre devem ser liderados pelo empresário.


5. Faça manutenção dos equipamentos regularmente
A manutenção preventiva do sistema elétrico da empresa, de equipamentos como ar condicionado e refrigeradores, deve ser uma prática regular. Dessa maneira, o empreendedor não se surpreenderá com vazamentos ou uma máquina que está gastando mais energia elétrica do que o necessário, por exemplo.

6. Envolva os consumidores
É essencial que a empresa adote um discurso sustentável que seja coerente com as atitudes praticadas. O empresário não precisa ter medo de convocar o funcionário e os consumidores para economizar. É uma maneira de valorizar a marca, desde que todos se unam para que a mensagem seja passada corretamente.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/6-dicas-para-sua-empresa-economizar-agua

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Em que paradigma se encontra a energia eólica no Brasil?

Enquanto passamos por uma crise hídrica e elétrica no Brasil, porque não ouvimos falar em fontes de energia alternativas, tais como a solar e eólica? Nosso país tem grande potencial no desenvolvimento dessas fontes, no entanto, é necessário mais investimentos.

Apesar disso, a energia eólica é considerada hoje como a fonte que mais cresce no Brasil. Na primeira semana do mês de janeiro, a energia eólica atingiu a marca de 6 gigawatts (GW) de potência instalada e uma participação de 4,5% na matriz elétrica brasileira.

No final de 2012, o Brasil dispunha de uma capacidade instalada de 2,5 GW. Em apenas dois anos, a potência instalada do país mais que duplicou com a instalação de 3,5 GW. Os dados são do último boletim do setor, divulgado pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

Até 2018, a expectativa é que a participação da energia eólica na matriz energética brasileira salte para 8%, com a contratação e instalação de pelo menos 2 GW de potência a cada ano. E para 2023, a eólica deve atingir 22,4 GW de potência instalada, conforme avalia a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Silva Gannoum.

Em outras palavras, os 6 GW representam para o país mais de 90 mil empregos gerados, 10 milhões de residências abastecidas mensalmente e 5 milhões de toneladas de emissões de CO2 evitadas.

Portanto, não reclame quando o vento bagunça os seus cabelos ou levanta a sua saia, pois é fonte de energia e alternativa válida para a nossa atual crise energética e hídrica. Crise sim, pois os recursos são mal utilizados e o sistema não é apropriado para seu gerenciamento no Brasil.

Fonte: Exame
Foto: Canoa Quebrada, Ceará, Brasil


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Todo carnaval tem seu fim...

Todo carnaval tem seu fim...

...e o cenário é de destruição.

Foram cinco dias assim

de folia, música e agitação.

O resultado final é pura sujeira,

mas o povo quer mesmo ver aquela atriz

que samba no desfile da Mangueira,

do Salgueiro e da Imperatriz.

No Rio, foram mais de 200 toneladas de lixo.

Sem contar com Brasília, São Paulo e Fortaleza.

Só vejo pessoas querendo luxo.

Mas sequer pensam na natureza.



domingo, 8 de fevereiro de 2015

Reservatório de água automático em casa

Recentemente, muitas ideias relacionadas com reaproveitamento de água e dicas para redução de seu consumo têm sido divulgadas aqui e em outros veículos de informação na internet. Apesar de consumirmos menos do que o setor de agricultura e agropecuária, o setor industrial ainda tem um menor consumo, mas vale a pena ressaltar que a quantidade de beneficiários no abastecimento humano é muito superior ao industrial.

Independentemente disso, todos temos que racionalizar esse bem precioso, pois se um dia faltar, todos os setores serão igualmente prejudicados.

Portanto, a fim de contribuir com essa corrente, apresentamos aqui uma ideia já divulgada nas redes sociais que é o sistema de armazenamento de água da máquina de lavar para reuso.

A ideia da estudante cearense, Lanna Ribeiro de 28 anos, é simples, porém eficiente. A ideia, surgiu da curiosidade que a estudante de arquitetura tinha em saber quantos litros de água a máquina desperdiçava. Começou utilizando baldes para armazenar o líquido e percebeu que o método deveria ser aprimorado. Assim, passou a pesquisar sobre reservatórios e desenvolveu o seu, concluindo que durante uma lavagem de roupas usando uma máquina de lavar é possível consumir até 200 litros de água. Toda essa quantidade é armazenada por Lanna Ribeiro para ser utilizada quando necessário. 

Para criar o reservatório, Lanna comprou um tanque, levou-o a uma marcenaria para fazer os furos do tamanho exato e em seguida montou-o. O valor investido foi cerca de R$ 100. E o passo-a-passo pode ser observado no infográfico abaixo (Fonte: Tribuna do Ceará):



terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Dica do dia: Economize água ao escovar os dentes

Já imaginou o tanto de desperdício de água enquanto você deixa a torneira aberta durante o processo de escovação dos dentes? Isso ocorre frequentemente, pois as pessoas de modo geral, antecipam a ação de abrir a torneira quando há intenção de enxaguar a boca, no entanto, existe um enorme gap entre essas duas ações, pois na nossa cabeça, estamos "ganhando tempo" ao abrir a torneira com antecedência.

O princípio é o mesmo para economizar água no banho. Use-a somente quando for necessário, ou seja, para molhar a escova de dente e para enxaguar a boca. Se possível, enxague a boca com a água do copo, tal como você já deve ter feito em uma situação e falta de água em sua residência. Você pode economizar 3 litros de água por escovada.


A água é um bem de domínio público e essencial para a nossa vida e saúde. Se usarmos adequadamente, não vai faltar!

sábado, 31 de janeiro de 2015

Precisamos economizar água sim, mas o problema da crise hídrica é originado principalmente do alto consumo?

Tenho pensado sobre isso desde que li um artigo do arquiteto e jornalista Gabriel Kogan que falava sobre os mitos desta crise. Lá no artigo dizia que os grandes consumidores (indústrias ou grandes estabelecimentos, por exemplo) e a perda de água por falta de manutenção do sistema representam os maiores gastos. 

Estima-se que as perdas estejam entre 30% e 40%. Ou seja, essa quantidade vaza na tubulação antes de atingir os consumidores. É água tratada e perdida. Por outro lado, na Holanda, essas perdas são virtualmente 0% devido a um sistema de água e esgoto de excelência. 



Os índices elevados em São Paulo não são normais e são resultados de décadas de maximização de lucros da Sabesp ao custo de uma manutenção precária da rede, afinal, a empresa é gerida para maximizar lucros dos acionistas.

Devo lembrar que em uma reunião da cúpula da Sabesp em 2014, a presidente da empresa, Dilma Pena, afirmou que uma "orientação superior" impediu a empresa de alertar a população de São Paulo sobre a necessidade de economizar água. Isso é uma clara indicação de que a empresa tem o "rabo preso", provavelmente com o acionista majoritário da Sabesp, que é o Governo de São Paulo (PSDB), que tem o poder de indicar a maior parte dos integrantes do conselho de administração da companhia.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Dica do dia: economize água no banho

Estamos vivenciando uma crise hídrica há anos no Brasil, no entanto, apesar de ser um problema recorrente na região Nordeste do país, o assunto tomou maiores proporções na mídia devido ao problema estar sendo uma realidade também na região Sudeste. Independentemente disso, é uma questão que atinge todos nós e certas atitudes devem ser tomadas por cada um de nós para que possamos racionar nossa água, um dos bens mais preciosos da natureza e da nossa vida.

A dica do dia  é economizar a água durante o banho. Muitas pessoas utilizam esse momento para descansar a cabeça, refletir e até cantarolar, todavia, não percebem o volume de desperdício de água gerado por isso.


Talvez a maior dificuldade em implementar essa e outras atitudes é pensar que estamos sozinhos nessa ideia, mas além de economizarmos água precisamos também divulgar e conversar com as pessoas sobre a necessidade de cuidar das nossas fontes de recursos naturais, em especial a água potável.

Lembrem-se: Seu trabalho pode ser uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor. Madre Teresa de Calcutá

No banho, podemos economizar água com simples atitudes:

-Ser objetivo e deixar as reflexões e cantorias para após o banho;
-Desligar o chuveiro quando ensaboar;
-Desligar o chuveiro quando passar shampoo, condicionador ou máscaras de hidratação capilar;
-Ajustar a torneira do chuveiro, quando estiver o mesmo estiver pingando enquanto desligado;

Se economizar, não vai faltar!

Em 28/07/2013 foi publicada uma postagem sobre atitudes sustentáveis que podem ser realizada em casa, incluindo questões sobre racionamento de água. A postagem pode ser acessada por meio do link: http://ambienteverdesustentavel.blogspot.com.br/2013/07/atitudes-sustentaveis-em-casa.html.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O que faz uma pessoa se tornar uma consumidora responsável?

O que quer dizer ser um consumidor responsável? Essa responsabilidade está diretamente relacionada com o meio ambiente e os reflexos gerados diante da produção, do consumo e do descarte final dos resíduos gerados nesse processo. Quando o consumidor leva em consideração o tipo de material, a vida útil, o tipo de empresa e a logística reversa, ele está protegendo o meio ambiente de maiores impactos e e cultivando uma cultura sustentável em nossa geração e planeta.

Em uma pesquisa recente com 242 pessoas residentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte, constatamos que quanto maior o nível de escolaridade e renda, maior o nível de conscientização ambiental. Isso ocorre muitas vezes pelo fato de que esses produtos “verdes” têm um custo mais elevado e isso reflete diretamente no preço do consumidor final. Por exemplo, o papel reciclado é mais caro do que o papel fabricado a partir de matéria-prima virgem.


Por outro lado, não foi possível constatar significância estatística na pesquisa da variável gênero, ou seja, independentemente se mulher ou homem, não há distinção de comportamente devido unicamente a influência desta variável.

Os demais resultados da pesquisa podem ser observados no link a seguir: http://anaiscbc.emnuvens.com.br/anais/article/view/3852/3853.

Além disso, queremos saber:
-Você é um consumidor responsável?

-Que atitudes sustentáveis você considera na hora de comprar novos produtos?

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Carne também é isto!

Ainda fazemos parte de uma forte cultura de consumo de alimentos provenientes de animais, no entanto, existem algumas verdades não ditas sobre o que a indústria de abate de animais produz além da carne que chega aos supermercados.
Alguns vídeos já foram divulgados mostrando essa triste realidade de como os matadouros abatem os animais de formas extremamente cruéis para satisfação do apetite humano. No entanto, este post não se estende ao radicalismo de apresentar esses vídeos, e se limita a apresentar alguns números importantes que nos farão refletir sobre nossos hábitos de consumo alimentares e até mudá-los.
Essa foi a dica do prof. Dr. Wanderley Novato da PUC Minas e foi publicado na Folha de S. Paulo (28 de fevereiro de 2011).



sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Feliz Ano Novo para todos!

Que em 2015 possamos ser mais educados e civilizados com o nosso próprio planeta!


Fonte: Jornal O Povo
Imagem: Fortaleza após noite de réveillon 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Já pensou em um supermercado que promovesse a venda de produtos sem embalagem?

Essa ideia já foi concretizada em Berlim. Os clientes trazem suas próprias sacolas e para quem chega às compras despreparado lá ainda é possível comprar recipientes reutilizáveis, e há um serviço de depósito de embalagens recicláveis.

Você já avaliou a quantidade de lixo que você produz só por causa das embalagens de produtos que você consome? Você pelo menos faz coleta seletiva?

Afinal, você faria compras em um supermercado como esse para reduzir a produção de lixo e promover a redução dos impactos ambientais?

Fonte: http://misturaurbana.com/2014/12/berlim-tem-o-primeiro-supermercado-com-produtos-sem-embalagem/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter



quinta-feira, 22 de maio de 2014

Ponto de vista: a geração atual X a geração passada

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

Autor desconhecido.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Corrente da sustentabilidade: promova essa corrente do bem!

Você já ouviu falar na CORRENTE DO BEM? A ideia é inspirada no filme de mesmo nome, na qual esta é sua essência: FAÇA UM GRANDE FAVOR PARA TRÊS PESSOAS E PEÇA PARA QUE CADA UMA DELAS FAÇA O MESMO PARA MAIS TRÊS. E AS NOVE PESSOAS DEVEM RETRIBUIR PARA MAIS TRÊS, E ASSIM POR DIANTE... 

CONDIÇÕES:
1. Tem que ser algo que realmente ajude as pessoas;
2. Algo que elas não poderiam fazer sozinhas;

Baseado nisso, estamos promovendo a CORRENTE DA SUSTENTABILIDADE: Aproveite a entrada deste ano novo e faça algo que contribua com o meio ambiente, seja evitando que o mesmo se destrua, ou seja reconstruindo-o. Nessa corrente, cada pessoa deve adotar três novas estratégias que possam ser utilizadas durante todo o ano. Se cada pessoa adotar três estratégias sustentáveis, podemos melhorar e multiplicar a nossa qualidade de vida e do meio ambiente. Veja algumas ideias:

-Faça a coleta seletiva;

-Escolha um dia da semana para ir a pé, de bicicleta ou de trasporte coletivo para o trabalho;

-Vá sempre a pé à padaria ou outros estabelecimentos próximos da sua casa;

-Dê carona ou pegue carona para reduzir as emissões e melhorar o trânsito;

-Plante uma árvore em cada mês do ano para compensar suas emissões; 

-Não use o chuveiro elétrico durante o verão;

-Use somente sacolas reutilizáveis;

-Se for comprar eletrodomésticos, compre com selo A Procel de energia;

-Doe roupas, brinquedos e alimentos que não serão mais utilizados;

-Se compra muitas roupas e/ou objetos, defina limites de consumo;

-Junte materiais e envie para reciclagem pelo menos uma vez por mês;

-Troque as lâmpadas comuns pelas fluorescentes;

-Reaproveite os objetos e materiais de consumo;

-[...]

São inúmeras atitudes que apesar de serem simples, trazem grande benefício ao meio ambiente e à sociedade. Se cada pessoa adotar três estratégias, teremos um 2014 mais verde e com melhor qualidade de vida!

Desejo à todos um Feliz Ano Novo e muita saúde!! O resto a gente corre atrás!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Black Friday: consumo desenfreado

Para quem não sabe ainda, Black Friday é um termo criado pelo varejo nos Estados Unidos para nomear ação de vendas com descontos, que acontece sempre na última sexta-feira de novembro após o feriado de Ação de Graças. Como o Brasil vive às sombras das outras nações, resolveram implantar o Black Friday também, ocorrendo neste ano nesta sexta-feira, dia 29 de novembro. Além de fazer o marketing pelo termo Black Friday, no Brasil os consumidores são muitas vezes enganados por vários sites de vendas, cujo preço é aumentado às vésperas do Black Friday, e neste dia é vendido pelo mesmo preço praticado antes do aumento, fazendo parecer que de fato o consumidor está levando o produto com um desconto generoso. O que ocorre na verdade é a venda de "Tudo pela metade do dobro"!

Além dessa enganação, temos que discutir sob outro aspecto... Muitas vezes, os consumidores são influenciados a comprarem mercadorias pela expectativa de ganharem um desconto em um produto que ele de fato não precisa, mas gosta da ideia de comprar por um preço "mais acessível". Resultado: gastou dinheiro, deixou as grandes corporações mais ricas, as mercadorias não são utilizadas e no final vai virar resíduo que não será dada a destinação adequada. Por isso, pare e pense se realmente precisar comprar algo!