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domingo, 19 de abril de 2015

Recife aprova lei que obriga qualquer prédio com mais de 4 pavimentos a ter telhado verde

Uma ideia que deve ser copiada e compartilhada: 

A Lei Municipal 18.112/2015 foi sancionada no dia 13/04 (segunda-feira) e prevê o plantio de gramas, hortaliças, arbustos, arbusto e árvores de pequeno porte nas lajes dos edifícios. O objetivo do projeto é aumentar as áreas verdes e diminuir os efeitos do calor, já que um prédio com telhado verde pode chegar a uma temperatura até seis graus mais baixa do que no seu entorno.

Imagem: http://casa.abril.com.br/materia/telhado-verde-guz-wilkinson

Além disso, o projeto de lei prevê a construção de reservatórios para captação de água da chuva, em novos imóveis residenciais e comerciais, com área de solo acima de 500 metros quadrados e que tenha 25% do terreno impermeabilizado. A água da chuva obtida através do reservatório de acúmulo pode ser utilizada para regar as plantas ou lavar calçadas, por exemplo. O reservatório de retardo ajuda a drenagem da cidade, para diminuir alagamentos nas ruas.

Veja a matéria completa no Hypeness

domingo, 12 de abril de 2015

Leonardo DiCaprio planeja salvar uma ilha

Leonardo DiCaprio é a mais recente celebridade a entrar no ramo hoteleiro com um projeto inovador em Belize, país da América Central ao sul do México. O plano é criar um eco-consciente resort que vai ser inaugurado em 2018, com uma perspectiva restaurativa da ilha a qual abrigará o resort, que já sofreu com erosão, desmatamento e a pesca acelerada.

As moradias para os hóspedes serão construída em cima de uma plataforma enorme, que se estende em um arco sobre a água, com recifes artificiais e abrigos de peixes embaixo. Um viveiro na ilha vai crescer grama marinha indígena para apoiar uma área de conservação do peixe-boi, e árvores de mangue serão replantadas, substituindo as espécies invasoras.

O ator comprou a ilha de Blackadore Caye, com 420 mil m² por US$ 1,75 milhão e pretende cobrar a diária para dois hóspedes o valor de $1,695 à $2,295 , oferecendo privacidade, qualidade, belezas naturais e conservação e restauração do meio ambiente. Se você pudesse pagar, toparia visitar essa ilha e apoiar o projeto?

(Apresentação do projeto)

Fonte: The New York Times

terça-feira, 22 de abril de 2014

Compensação de emissões em viagens aéreas - TAP

Agir Eco - TAP


Surpreendi-me com a TAP ao adquirir uma passagem aérea e ter encontrado em seu site a possibilidade de compensar as emissões de dióxido de carbono (CO2) da viagem (foto). Na página de compra, após ter escolhido o itinerário, é informado do total de emissões de CO2 que a sua viagem produz e do montante necessário para compensar essas emissões. Esse montante será adicionado ao montante total da sua reserva. As emissões de CO2 são determinadas através de uma metodologia desenvolvida pela Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO) e têm em conta o seu percurso, a distância percorrida, a classe de reserva e as emissões de CO2 médias das aeronaves que operam essa rota. 

(clique na foto para ampliá-la)

Ao escolher contribuir, o passageiro irá neutralizar as suas emissões, investindo num projeto de energias renováveis/eficiência energética certificado pelas Nações Unidas. Na página de confirmação e no e-mail de confirmação da sua reserva, terá acesso direto ao site da IATA, onde poderá saber mais acerca do Programa de Compensação de Emissões (Carbon Offset Programme). O donativo é totalmente voluntário e não é reembolsável. A TAP não usufrui de qualquer benefício neste donativo.

Vídeo do projeto:
https://www.youtube.com/watch?v=oGe4Pv7CJo8

Fonte: TAP (2014)

domingo, 24 de junho de 2012

Você sabe qual a sua pegada de carbono?



Você sabe qual a sua pegada de carbono? Você sabe o que é pegada de carbono? Bem, a pegada de carbono é a quantidade de dióxido de carbono (CO2) que você produz no dia-a-dia simplesmente porque você existe. As pegadas nos dão uma ideia do nosso dia-a-dia. Por exemplo, se usamos um carro como transporte diário para ir ao trabalho, teríamos uma pegada de carbono bem superior àqueles que utilizam transporte público, assim como também influenciam o consumo de energia, quantidade de viagens de avião, dentre outros aspectos. 

Hoje em dia, essa medida é importante para as empresas pois passarão a ter cotas de emissões de gases de efeito estufa (GEE), ou seja, terão que adaptar suas tecnologias e controlar suas emissões para conseguir atingir suas metas. Caso não consigam atingir essa meta, poderão aumentar sua cota comprando permissões de outras empresas que tiveram excesso de cota ou mesmo comprando créditos de carbono como uma forma de compensar esse impacto ambiental que não foi evitado. Esses ativos ambientais serão negociados pela Bolsa Verde do Rio de Janeiro (BVRIO) como forma de contribuir com o desenvolvimento sustentável na medida em que as organizações precisam atender às suas cotas de emissões e reduzir o impacto ambiental gerado pela atividade empresarial. 


Para quem não sabe, um crédito de carbono é igual à 1 tonelada de dióxido de carbono (CO2) cuja emissão foi evitada. O CO2 é a medida padrão para pegada de carbono, no entanto, outros gases se manifestam como causadores do efeito estufa, tais como o gás metano (CH4) e óxido nitroso (N2O). Só pra vocês terem uma ideia, o gás metano tem um potencial de aquecimento 21 vezes mais do que o CO2, e portanto, se você deixa de emitir uma tonelada de CH4, você possui 21 créditos de carbono. Sabe onde o gás metano é emitido sem muito controle? Por meio da flatulência de vacas, por exemplo. Como controlar isso? É complicado... hehe. O óxido nitroso é 310 vezes maior e tem outros gases muito mais superiores que o CO2, que é melhor nem comentar.


Bem, para quem tiver interesse em medir sua pegada de carbono, é só acessar esse link e informar dados sobre consumo de energia elétrica, gás, combustível e viagens aéreas. Ao final do cálculo, será informado sobre quantas toneladas de CO2 você emitiu, o que se refere à sua pegada de carbono. O próximo passo é compensar essa pegada por meio da Iniciativa Verde, que é a plantação de árvores correspondentes à sua emissão de GEE para eliminar o impacto ambiental gerado. Isso é uma forma de contribuir com o esforço global de impedir o aquecimento global e gerando benefícios para as gerações futuras. A ideia é boa, falta só conscientizar a população sobre a importância dessa atitude.